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Conselheiros, fiscais e coordenadores de Câmaras Especializadas de Engenharia Química dos Creas participaram da Reunião Extraordinária e Seminário da Engenharia Química 2018, entre os dias 29 a 31 de outubro, na sede do Crea-Minas.

Presente na abertura do evento, cujo tema foi “Fiscalização da Engenharia Modalidade Química e atribuições pela Resolução 1.073”, o presidente do Crea-Minas, engenheiro civil Lucio Borges, destacou a importância do Seminário. “Este é um momento importante para dialogarmos, trocarmos experiências e conhecimento sobre o trabalho desenvolvido pelas Câmaras de Engenharia Química dos Creas de todas as regiões do país”, ressaltou.

Durante três dias, os representantes dos Creas participaram de palestras, mesas-redondas e grupos de discussão. “Com este seminário, conseguimos identificar problemas de fiscalização da modalidade de química que existem em alguns Creas, mas também experiências positivas de outros. Logo, queremos harmonizar o trabalho das Câmaras e torná-lo mais eficiente”, explicou o coordenador nacional das Câmaras Especializadas de Engenharia Química Marcelo Prado.  

O coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Química (CEEQ) do Crea-Minas, Rogério Melo, concorda com Marcelo Prado e ressalta que “o objetivo é fortalecer a fiscalização da engenharia química, treinando os fiscais e identificando as atividades específicas que precisam ser fiscalizadas dentro da modalidade”, apontou.

A primeira palestra do Seminário foi ministrada pelo gerente de fiscalização do Crea-Minas, engenheiro mecânico Guilherme Rodrigues. Ele destacou que em 2017 foram realizadas 780 ações de fiscalização da modalidade de química e até setembro deste ano, 868. A segunda, foi proferida pelo gerente Técnico e de Atribuições Profissionais, engenheiro agrônomo Gustavo Freitas, que explicou as atribuições baseadas na Resolução 1.073/2016.  

Na sequência, os representantes dos Regionais participaram de duas mesas-redondas, em que dialogaram sobre as atividades de fiscalização da engenharia química em cada Regional e as atribuições da Resolução 1.073/2016. Na oportunidade, eles também formaram grupos e discutiram processos dos Creas relacionados à modalidade de química por infração do artigo 6º da Lei 5.194/2016 que trata do acobertamento. Os conselheiros ainda conversaram sobre os empreendimentos fiscalizados nesta modalidade e as falhas no preenchimento dos autos de infração.

Ao final do seminário, foram elaboradas propostas para serem enviadas ao Confea, entre elas “aumentar a quantidade de treinamento para os fiscais com relação ao preenchimento dos formulários dos autos de infração e criar grupos de discussão para que todos os Creas concedam, de forma harmônica, a extensão das atribuições pela Resolução 1.073/2016 quando o profissional as solicitar”, afirmou o coordenador nacional das Câmaras Especializadas de Engenharia Química.

 

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