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Presidentes dos Creas do Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais estão reunidos nesta quinta-feira (17/5). A 1ª Reunião Ordinária de Presidentes dos Creas do Sudeste de 2018 está sendo realizada na sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES).

A presidente do Crea-ES, Lúcia Vilarinho, falou da importância do encontro que terá a presença dos presidentes. “Precisamos buscar parâmetros e soluções comuns para caminharmos juntos e melhor. O diálogo entre os conselhos é fundamental para troca de soluções e no aprimoramento das governanças”, disse.

O Sudeste é a segunda menor região do Brasil, porém, mais da metade do que o país produz vem dos quatro Estados que o compõe. É a região mais desenvolvida, responsável por 55,2% do PIB brasileiro.

Justamente o potencial econômico do Sudeste foi destacado pelo presidente do Crea-SP, engenheiro Vinicius Marchese Marinelli. “É um encontro importante pelo tamanho da região e o que ela representa”, afirma.

O presidente ressalta ainda que os encontros com os líderes da Região agora devem ser periódicos. “Nesse mandato nos reunimos pela primeira vez. Havia iniciativa parecida, mas não havia uma continuidade, eram reuniões isoladas. Agora queremos construir isso como uma metodologia de trabalho”, conta.

Mais unidade

Na pauta debatida temas relacionados à área tecnológica na Região Sudeste, bem como ações para integração dos conselhos. “O diálogo é muito importante. Precisamos trabalhar por uma unidade de ação, de gestão e procedimento. É importante os quatro Creas estarem reunidos discutindo as questões operacionais e também políticas”, disse o presidente do Crea-Minas, engenheiro civil Lucio Fernando Borges.

O encontro tem o objetivo de buscar a unidade e uniformidade dos procedimentos do sistema, visando uma melhor qualidade do serviço prestado para a sociedade. O presidente do Crea-RJ, engenheiro eletricista e de segurança do trabalho Luiz Antonio Cosenza, explica que o grupo dialoga por soluções conjuntas, bem como defende integração de sistemas entre os Conselhos.

“Esse é o momento de trocarmos experiências e fazer uma pauta para reunião do Colégio de Presidentes. Os Creas não se falam, o sistema de um não fala com o outro. A gente tem um Confea que poderia fazer um sistema único para todos”, reforça.

 

Fonte:  Flávio Borgneth - Comunicação Crea-ES