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Crea-Minas discute valorização da engenharia

A valorização da engenharia nacional e dos profissionais do Sistema; a Lei 8.666/93, a qual estabelece normas de licitação e contratos administrativos, que impacta diretamente os serviços de engenharia; a atual conjuntura econômica que afeta as profissões da área tecnológica foram os temas discutidos durante reunião entre o presidente do Crea-Minas, engenheiro civil Lucio Borges, e o ex-presidente do Confea (2006-2011) e do Crea-Minas (2000-2005), engenheiro civil Marcos Túlio de Melo, realizada no dia 05 de março de 2018.

O Crea-Minas defende que a engenharia costuma ser um termômetro da economia, uma vez que quando a economia está em baixa as profissões da área tecnológica são as primeiras a serem afetadas. Dados da Federação Nacional de Engenheiros (FNE) apontam que, no Brasil, entre janeiro de 2014 e abril de 2017, a demissão de engenheiros ultrapassou, em mais de 48 mil, a admissão deles em novos empregos.

A valorização da engenharia passa pelo aquecimento da economia. No ano passado, o PIB voltou a crescer e registrou alta de 1,0%, depois de dois anos seguidos de baixa que levaram o país a uma das maiores crises da história. O cenário para este ano ainda é incerto. 

De acordo com o presidente do Crea-Minas, para reverter esse quadro é preciso fortalecer a autoridade técnica da engenharia a fim de promover o desenvolvimento econômico e social. “É preciso inovar na proposta de soluções. Os profissionais da área tecnológica são os protagonistas na retomada do crescimento no Brasil. O momento atual é de unir forças para garantir o devido reconhecimento e valorização da engenharia”, destacou.