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A fim de intensificar a relação com os profissionais e os Poderes Executivo e Legislativo em diferentes regiões de Minas, o presidente do Crea-MG, engenheiro civil Lucio Borges, esteve em Salinas no dia 8 de janeiro de 2020. Na ocasião, ele se reuniu com o prefeito José Prates com o objetivo de contribuir com o município no que tange as atividades de engenharia, entre elas a mineração, já que há um grande projeto para a exploração de minério de ferro na região.

Um dos assuntos discutidos foi a realização de um seminário em Salinas para assegurar que atividades na área da mineração sejam realizadas de maneira segura e correta. “O Crea é uma das organizações estratégicas para qualquer espécie de planejamento. Essa visita chega em boa hora, quando estamos discutindo projetos importantes para a região. Temos a intenção de criar a partir da experiência de exploração minerária um centro de inovação e desenvolvimento tecnológico e o Crea poderá ser um mentor e aportar todo seu conhecimento para ajudar nossa região”, destacou.

Para participar mais ativamente da discussão e implementação de políticas públicas, o Crea-MG tem promovido debates com profissionais do interior, em cidades onde há unidades de atendimento do Conselho. “Temos levado informações técnicas, orientações e experiências que auxiliam os gestores municipais em seus trabalhos, nas mais diversas atividades de engenharia e agronomia visando o desenvolvimento local”, enfatizou Lucio.

Reunião profissionais Salinas

As reuniões abrem espaço para os profissionais falarem sobre o trabalho desenvolvido pelo Crea-MG. “Esse encontro é muito importante para aproximar mais os profissionais de Salinas e para eles entenderem o papel do Conselho. Isso vem para somar e fortalecer nossas profissões”, afirmou o inspetor-chefe, engenheiro eletricista Marklênio Borges Silva.  

O engenheiro civil João Henrique Loyola aproveitou a oportunidade para discutir o salário mínimo profissional, citando alguns exemplos. “Faço alguns concursos na área. Fiz de Taiobeiras e de Diamantina em que relativamente teve um teto satisfatório, mas que não chega nem próximo de 8,5 salários para uma jornada de 8 horas”, ressaltou.