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Com o objetivo de divulgar a engenharia biomédica, a Câmara Especializada de Engenharia Elétrica (CEEE) do Crea-MG promoveu, no dia 21 de novembro de 2019, o Seminário de Engenharia Biomédica e Engenharia Clínica, novos desafios e novas oportunidades, na sede do Conselho. A profissão foi inserida na tabela de títulos da Resolução 473, de 2008, na modalidade Engenharia Elétrica, por decisão plenária do Confea, que, em 2018 foi ratificada pela Resolução 1.103. “Apesar de regulamentada recentemente, a engenharia biomédica é muito antiga. Com o Seminário, trouxemos a discussão sobre a atuação, atribuições e regulamentação para que o Conselho possa fiscalizar da melhor forma, atuando em defesa da sociedade”, explicou o coordenador-adjunto da CEEE, engenheiro eletricista Bruno Monteiro.

O professor do Inatel Fabiano Valias de Carvalho, que falou sobre a regulamentação da profissão, reforçou a necessidade de os cursos serem registrados no Conselho para que os egressos obtenham o registro e as atribuições para o exercício profissional. “É necessário que as pessoas reconheçam o papel do engenheiro biomédico. Por isso, precisamos estar em todo lugar e para falar da profissão e valorizá-la”, ressaltou Fabiano.

O seminário contou ainda com a participação de representantes de associações de classe, profissionais da engenharia, da área hospitalar e da saúde. Em um dos painéis, o engenheiro Rodrigo Costa-Félix, do Inmetro, falou sobre regulamentação para o setor de equipamentos no Brasil. Outros temas tratados foram a função da engenharia na prevenção de acidentes com equipamentos médicos, a engenharia de um hospital, a instalação de manutenção de equipamentos médicos, a diferença de formação em engenharia biomédica, que é graduação, e engenharia clínica, que é pós-graduação, dentre outros.

Sem Engenharia Biomedica Crea

 

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