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O escritório de Guanhães sediou, no dia 30 de junho de 2018, uma reunião que apresentou o Sistema Confea/Crea para os profissionais da região. O encontro esclareceu a funcionalidade e a importância do Crea para os engenheiros. Na ocasião, o inspetor-adjunto de Guanhães, engenheiro civil e de segurança do trabalho Alcides Robson da Rocha, incentivou a criação de uma associação dos profissionais da região. De acordo com ele, a associação é necessária para auxiliar os profissionais a pleitearem seus direitos, citando o exemplo da discussão sobre o salário base da classe. Alcides também ressaltou que o próximo passo será a realização de uma reunião que discuta os aparatos necessários para a criação da associação, que segundo ele, contará com o apoio jurídico do Crea-Minas.

Estiveram presentes o conselheiro da Câmara Especializada de Engenharia Civil do Crea-Minas, engenheiro civil Haydn Amaral Fernandez, e o supervisor das regiões do Vale do Aço e Nordeste, Rômulo Antônio Campos Braga. Também participou da reunião o diretor financeiro da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (Mútua) Otávio Dutra Pereira Filho, que apresentou os benefícios  da Mútua que são oferecidos para os profissionais, destacando o papel social de apoio aos engenheiros.

O presidente do Crea-Minas, engenheiro civil Lucio Borges, recebeu no dia 29 de junho, a presidente do Crea-DF, engenheira civil e de segurança do trabalho Maria de Fátima Ribeiro Có. Na oportunidade foram discutidas as experiências do Crea-Minas com o Colégio Estadual de Empresas (CEM) e o Colégio de Instituições de Ensino (CIE), além de abordar aspectos técnicos de fiscalização, câmaras e plenário. “Ampliar a troca de experiências é fundamental para o aprendizado”, destacou Lucio.

Já a presidente do Crea-DF, Fátima Có, destacou a atipicidade do Crea-DF e afirmou que a troca de experiências e o diálogo são fundamentais para a construção de uma gestão produtiva. “Estamos levando exemplos funcionais de interação e realidade”, disse.

Durante a reunião, o engenheiro mecânico e coordenador do CEM, engenheiro mecânico Delmer Cesário, destacou a importância dos colégios para a representação profissional, ressaltando a relevância do diálogo entre profissionais, empresas e Crea. Apresentou, também, a cartilha de Cadeias Produtivas do Estado de Minas Gerais, como exemplo do trabalho conjunto dos colégios. “Estamos trocando experiências, e com essa troca o profissional de engenharia ganha em todo o território nacional”, afirmou.

Representando o CIE, o coordenador e engenheiro de produção Joaquim Cunha ressaltou a importância de trabalhar a engenharia por meio da educação. Ele apresentou os projetos e eventos realizados pelo CIE, e destacou a importância do diálogo entre os Colégios e de reuniões entre os Creas. “É uma importante oportunidade de externalizarmos os resultados e os projetos que temos feito com muito êxito em Minas gerais.”, apontou.

Alem dos coordenadores do CIE e CEM e dos presidentes dos dois Regionais, estiveram presentes a gerente de Apoio aos Colégios, Maria Cristina Silva; o gerente de Recursos Humanos, Lucas Tavares; o chefe de gabinete, Raimundo Fernandes, do Crea-Minas. Já do Crea-DF, participaram o assessores-chefe do Departamento Técnico, José Gilberto; e da Fiscalização, Sandra Perez. 

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O presidente do Crea-Minas, engenheiro civil Lucio Borges, reuniu-se na sede do Conselho, no dia 20 de junho de 2018, com a presidente da Associação dos Profissionais Geógrafos do Estado de Minas Gerais (Aprogeo-MG), geógrafa Grazielle Carvalho.

Durante a reunião, a presidente da Aprogeo-MG propôs uma parceria com o Crea-Minas visando a qualificação técnica, por meio de cursos de capacitação a distância, dos profissionais do Sistema Confea/Crea para as áreas de geociências, cartografia, meio ambiente e planejamento urbano. “Os cursos serão oferecidos pelo Instituto Geoeduc, que já trabalhou conosco num modelo bem-sucedido de capacitação de profissionais a distância”, destacou Grazielle. A proposta é baseada no projeto que a Aprogeo-MG submeteu ao Edital de Chamamento Público de 2018 do Crea-Minas, publicado no dia 27 de abril de 2018 e que está, atualmente, em fase de avaliação técnica .

No encontro, também estiveram presentes o ex-presidente da Aprogeo-MG e diretor do Geoeduc, geógrafo Julio Ribeiro; a gerente de Apoio aos Colégios, Maria Cristina da Silva; o superintendente de Relações Institucionais, engenheiro civil e de segurança do trabalho Marcos Gervásio.

A cada três anos, a diretoria executiva da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (Mútua) tem sua composição renovada por meio de eleições. No dia 28 de junho de 2018, em reunião extraordinária, 27 presidentes de Creas elegeram a engenheira agrônoma Giucelia Figueiredo (27 votos) e o engenheiro civil Jorge Silveira (26 votos) para compor a nova diretoria da Mútua. Cada presidente dos Regionais pode votar em dois candidatos.   

Os dois diretores da Mútua são eleitos pelo Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua e três pelo Plenário do Confea. Dentre os cinco eleitos, os conselheiros federais elegerão o diretor-presidente da Mútua. Esse pleito será no próximo dia 3 de julho, na sede do Confea.

O mandato dos diretores-executivos da Mútua terá início em 25 de agosto de 2018, encerrando-se em 24 de agosto de 2021. A posse dos eleitos está marcada para ocorrer durante a 75ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), em Maceió, Alagoas, no dia 24 de agosto.

 

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Fonte: Ascom Confea

Em apenas dois dias de atuação, a Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) em Minas Gerais apreendeu 662 Kg de queijo tipo cru, muçarela e provolone.

As apreensões foram feitas por equipes do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) durante abordagens realizadas em rodovia federal na área de atuação da FPI. Também participaram da barreira equipes da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Semad), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).

Os itens estavam desprovidos de selo de inspeção e eram transportados sem refrigeração adequada. Após a apreensão, os produtos foram destruídos no aterro sanitário de Paracatu (MG).

Os infratores não foram multados, sendo orientados sobre como regularizar a fabricação e comercialização de seus produtos.

Segundo a fiscal agropecuária do IMA, Anne Price Farias, “encontramos muitos produtos de origem animal sem identificação, sem selo de inspeção e alguns até estragados, que estavam sendo levados para serem reaproveitados na fabricação de biscoitos numa padaria em Brasília (DF)”.

Anne chama a atenção para “a importância de se retirar do mercado produtos sem origem e até estragados, alguns fabricados com leite cru, numa região do estado que apresenta altos índices de animais positivos para tuberculose, no caso, o gado leiteiro. Sem o atestado de procedência e qualidade do produto, inúmeras doenças podem ser levadas ao consumidor”.

Alta perecibilidade - De acordo com a fiscal agropecuária do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), médica veterinária Patrícia Marina de Azevedo, o leite e seus derivados são produtos de alta perecibilidade e exigem condições específicas de temperatura, como a necessidade de refrigeração. “A manutenção da cadeia do frio e o controle de qualidade são de fundamental importância para assegurar as boas condições de uso dos produtos e, assim, proporcionar segurança e produtos de qualidade ao consumidor”, explica.

A fiscal agropecuária ressalta que a adoção de boas práticas de fabricação é requisito básico para qualquer empreendimento, mas quando se trata da produção de alimentos, os cuidados devem ser redobrados. Essas práticas devem ser garantidas em todas as etapas, desde a produção até o armazenamento. “Temperaturas de estocagem ou exposição dos queijos superiores às indicadas nas embalagens comprometem a qualidade e o prazo de validade”, alerta.

A FPI - Mais de 150 agentes públicos de 15 órgãos públicos federais e estaduais estão em campo de 25 a 29 de junho, para a segunda etapa de Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) na Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em Minas Gerais.

Iniciativa de caráter continuado e permanente, a primeira etapa da FPI em Minas foi realizada no ano passado em 18 municípios do norte do estado. Agora, em sua segunda etapa, a Fiscalização Preventiva Integrada abrangerá nove municípios da região noroeste do estado, situados na sub-bacia do rio Paracatu, área que corresponde a 17,64% da bacia do São Francisco em Minas Gerais, segundo dados do Portal dos Comitês do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam).

O rio Paracatu é considerado o maior afluente do Velho Chico, contribuindo com 40% da vazão desse rio no ponto de intersecção entre eles. A sub-bacia do Rio Paracatu, objeto atual da FPI, é intensamente afetada por fatores como o intenso uso das águas para irrigação e por degradação ambiental decorrente de exploração minerária.

Órgãos que integram a FPI:
- Ministério Público Federal (MPF)
- Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG)
- Ministério Público do Trabalho (MPT)
- Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad-MG)
- Instituto Estadual de Florestas (IEF)
- Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-Minas)
- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
- Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA)
- Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG)
- Polícia Rodoviária Federal (PRF-MG)
- Fundação Nacional de Saúde (Funasa)
- Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)
- Agência Nacional de Mineração (ANM)
- Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário de Minas Gerais (Arsae-MG)
- Marinha do Brasil
- Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF)
- Agência Peixe Vivo

(Fonte: Ascom FPI)