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O presidente do Crea-Minas, engenheiro civil Lucio Borges, deu posse aos novos supervisores, no dia 6 de abril de 2018, na sede do Conselho. Eles serão os gestores do atendimento e fiscalização nas unidades do Crea-Minas no interior do estado, segundo o superintendente de Atendimento e Fiscalização, engenheiro agrônomo Humberto Falcão. “Os supervisores farão a gestão do planejamento, do controle da fiscalização e da qualidade do atendimento. Queremos ressaltar que o Crea-Minas já realiza fiscalizações regulares em todo o estado. O que faremos é intensificar essas ações”, enfatizou. 

De acordo com o presidente do Crea-Minas, o trabalho dos supervisores reforça a descentralização do atendimento permitindo que as unidades do Crea-Minas tenham mais autonomia  na execução dos serviços. “Nosso objetivo é facilitar a vida dos profissionais, de modo que eles consigam resolver suas demandas nas regiões onde moram e assim evitar longos deslocamentos, o que, além de oneroso, demanda tempo”, destacou.

Além dos supervisores do Crea-Minas, participaram da reunião os superintendentes de Relações Institucionais, engenheiro civil e de segurança do trabalho Marcos Gervásio; de Planejamento e Gestão, engenheiro metalurgista Elder Gomes dos Reis; o chefe de gabinete, Raimundo Fernandes e os assessores da Presidência, engenheiro civil Jean Ribeiro e o engenheiro de Minas José Tarcísio Caixeta.  

Supervisores

Região Norte - Alex Fabiano Silva

Região Leste - Rômulo Antônio Campos Braga

Região Sul - Édson de Souza Leite

Região Triângulo - Rodrigo Borges de Melo

Região Sudeste - Antônio Fernando de Castro Andrade

Região Central - Denise Guimarães e Correia Ribeiro 

Região Metropolitana – Marcelo Émerson Ventura

 

Confira as fotos

 

Governo da Nova Zelândia oferece 14 bolsas integrais de pós-graduação para acadêmicos e profissionais de países da América Latina, através do programa New Zealand Development Scholarships (NZDS), promovido pelo Ministério de Assuntos Estrangeiros e Comércio da Nova Zelândia.\uD83C\uDDF3\uD83C\uDDFF

Para se inscrever o interessado deve ter até 39 anos e cumprir os critérios de elegibilidade. Será dada preferência àqueles que inscreverem projetos de estudo relacionados as áreas de agricultura, energias renováveis e gerenciamento de risco de desastres naturais.

As modalidades ofertadas são: especialização (6 meses a 1 ano), mestrado (1 a 2 anos) e doutorado (3 a 4 anos).

A bolsa cobre os custos com o curso, a viagem de ida e volta, o seguro de viagem e de saúde e oferece um auxílio para custos mensais de vida e de moradia.

Para mais informações, acesse:
\uD83D\uDCBBhttps://www.mfat.govt.nz/en/aid-and-development/scholarships/types-of-scholarships/#NZDS

Geraldo Dirceu de Oliveira tem uma memória invejável aos 89 anos. O engenheiro civil lembra com clareza dos professores ainda na vida acadêmica, como Mário Werneck e Cândido Holanda, das primeiras experiências no mercado, quando atuou no departamento nacional de estradas de ferro, e das obras que realizou, como aeroportos e ferrovias. Natural de Formiga, ele foi aclamado Engenheiro do Ano em 2017 e segue ativo como vice-presidente da Associação de Ex-Alunos da Escola de Engenharia da UFMG, onde ingressou em 1948. Com décadas de serviços prestados à Engenharia, GDO, como é conhecido, tem orgulho do que realizou. Para celebrar o Dia da Engenharia, comemorado em 10 de abril, a Rádio Crea-Minas apresenta alguns valores deste profissional, referência para gerações.

“Na minha época, tudo era importado: cabo de aço, chapa, máquinas, veículos. Só os engenheiros não eram importados. Hoje, nós exportamos tudo. Então, salve a nossa Engenharia. Conseguimos um progresso notável. O Brasil venceu muita coisa, prosperou. Hoje é uma grande nação e será muito maior daqui a 20, 30 anos”, disse otimista.

Geraldo Dirceu de Oliveira é primo de segundo grau de Juscelino Kubitschek. O presidente JK, que fez 50 anos em cinco, falou certa vez ao jovem estudante que a Engenharia era papel dos homens públicos. E reconheceu a importância do conhecimento técnico nas obras que deixou. “Nós, homens públicos, temos que saber escolher as obras para serem edificadas a favor do povo. Mas quem sabe fazê-las são vocês engenheiros. Sem Engenharia não fazemos nada”, reconheceu o criador de Brasília.

Com conhecimento e muita pesquisa, Dirceu Oliveira escreveu dois livros, fundamentais à biblioteca de profissionais da área tecnológica. A História da Evolução da Engenharia resgata grandes feitos como as pirâmides do Egito, as galerias romanas e outras tantas realizações do Velho Mundo. Já o livro História da Engenharia Pioneira da Construção de Belo Horizonte destaca os conceitos da primeira cidade moderna planejada do país.  Segundo o autor, Aarão Reis se inspirou em cidades romanas para elaborar a planta da construção da nova capital de Minas Gerais, inaugurada em 12 de dezembro de 1897. GDO completa 90 anos em setembro. Com cinco filhos, seis netos e três bisnetos, Geraldo Dirceu de Oliveira também usa a Engenharia para falar do que construiu. E lembra que a família é base de tudo. “Sempre ensinei aos meus filhos valores como honestidade, competência e humildade”, ensinou ao final.

Ouça a entrevista completa em www.radiocreaminas.com.br.

Ouça em www.radiocreaminas.com.br ou leia o texto na íntegra:

É estável e seguro o muro de arrimo às margens da BR-356, próximo ao trevo do Belvedere, em Belo Horizonte. O trecho foi parcialmente interditado no dia 14 de março. Técnicos da Defesa Civil identificaram um afundamento na via com risco de queda do muro. Uma semana depois, as obras foram iniciadas. A intervenção garantiu a estabilização de um painel que estava em situação mais instável e com risco de colapso da estrutura. Um aparelho tecnológico avalia, em tempo real, o muro de contenção da rodovia. O monitoramento é feito pelo Radar de Estabilidade de Taludes. Ele possui uma câmera fotográfica que registra as imagens do paredão e envia  para o computador as informações coletadas 24 horas por dia sobre a situação. O radar permite aos engenheiros ter conhecimento de qualquer movimentação, com precisão de 0,1 milímetro. E, caso necessário, realizar o fechamento da rodovia a partir da emissão de um alerta sonoro. O componente é chamado de cortina atirantada. Quem explica é diretor-geral do DEER, Davidsson Canesso de Oliveira

Davidsson Canesso de Oliveira: Esse monitoramento indica sinais para gente de situação da cortina. Um sinal amarelo, para avaliar qualquer tipo de questão. E um sinal vermelho que indicaria um problema mais sério. Até agora está tranquilo, sem problema. E agora é partir para o processo definitivo de travamento de todo muro. O objetivo nosso aqui, essencial e principal: assegurar a segurança da população. Dentro da maior segurança, técnica e no menor prazo. 

O prazo máximo de entrega da obra, segundo técnicos do DEER, é de cinco meses Quando o trabalho de contenção do muro estiver totalmente concluído, a próxima etapa será fazer um nivelamento do asfalto, já que ocorreu o afundamento de uma das pistas da BR-356 em direção ao Rio de Janeiro. O secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais, Murilo Valadares também reforçou que as melhores técnicas estão sendo aplicadas, e que a estrutura é estável e não impõe riscos à segurança dos moradores que ainda vivem próximo ao local, aos operários da obra e também aos motoristas que transitam pelo trecho.

Murilo Valadares: A Engenharia está aqui. Do DEER, do estado, da empreiteira para resolver. E não vai ter nenhum problema, se Deus quiser. Com o trabalho que nós temos feito, nós vamos dar tranquilidade para a população. Qualquer problema a gente avisa. Mas hoje, pelo monitoramento, o muro de arrimo está estável.

O Crea-Minas acompanha a evolução das obras. Logo no início da intervenção, a diretoria do Conselho realizou visita técnica para conhecer as soluções tecnológicas para o local. Estiveram na BR o presidente do Crea-Minas, engenheiro civil Lucio Borges; e o superintendente de Relações Institucionais, engenheiro civil e de segurança do trabalho Marcos Gervásio; além dos fiscais Rogério Corradi e José Ribamar, o engenheiro de minas João Hilário de Souza e o presidente do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de Minas Gerais, engenheiro civil Clemenceau Chiabi. 

Foi aberta, no dia 6 de abril de 2018, uma chamada pública para envio de artigos para a revista da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge). A publicação receberá artigos sobre engenharia e sociedade, que serão avaliados pelo Conselho Editorial da Federação. De acordo com o engenheiro e presidente da Fisenge, Clovis Nascimento, a chamada pública é um dos primeiros passos para o reposicionamento da estratégia de comunicação da entidade. “Queremos promover uma comunicação participativa, que possibilite aproximar os engenheiros e as engenheiras dos sindicatos”, afirmou. No projeto de repaginação, também está a mudança da identidade visual e editorial da revista e do boletim eletrônico, além do lançamento de um aplicativo da Fisenge. “Neste ano, a nossa Federação completa 25 anos de fundação e teremos uma agenda de atividades políticas e culturais e lançamentos de ferramentas de comunicação”, concluiu.


Nesta primeira chamada, os artigos poderão ser enviados até o dia 20 de abril para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


Orientações para submissão de artigos para a revista da Fisenge:


• Os artigos devem ter, no máximo, 2.500 caracteres com envio de foto do(a) autor(a);
• As fotos devem ter alta resolução (acima de 300 DPIs) e crédito liberado para publicação na revista impressa e em formatos digitais (site e redes sociais);
• O texto deve ser digitado em arquivo Word, com a fonte “Times New Roman”, corpo 12, sem espaçamento;
• Os direitos autorais ficam concedidos à Fisenge, com o trabalho licenciado sob licença Creative Commons;
• Os temas devem versar sobre engenharia e sociedade;
• O texto também pode vir acompanhado por gráficos, mapas e/ou figuras;
• Os artigos serão submetidos à avaliação e aprovação do Conselho Editoral da Fisenge;
• Os artigos não aprovados para publicação na revista impressa poderão ser publicados no site e nas redes sociais da Fisenge.