Não obstrua a calçada com caçambas, lixeiras, placas comerciais, vegetação baixa, com ramos pendentes, espinhos, ou que desprendam muitas folhas, flores, frutos, substâncias escorregadias ou tóxicas e cujas raízes danifiquem o passeio. A calçada deve estar livre de obstáculos para a circulação de todos.
Não ignore a pessoa com deficiência permanente ou temporária ou com mobilidade reduzida. Seja atencioso e paciente, principalmente, quando estas apresentarem dificuldades de fala e audição.
Em transportes públicos existem assentos reservados para gestantes, idosos e pessoas com deficiência. Isto não impede a utilização destes, contanto que você os ceda quando necessário.
Evite ajudar sem que seja solicitado. Mas, antes de tomar qualquer atitude, pergunte se a pessoa necessita de ajuda e como seria a melhor maneira de você poder colaborar.
Uma boa maneira de chamar a atenção de uma pessoa cega ou surda é tocá-la suavemente em seu ombro ou braço, para que ela saiba que você está se dirigindo a ela.
Quando for conduzir uma pessoa cega, não segure-a pelo braço ou pela bengala. Deixe que ela segure em seu braço acima do cotovelo e mantenha-se um pouco à frente dela para que ela se oriente. Avise quando mudar de direção ou quando surgir um obstáculo em seu caminho.
Para auxiliar um cadeirante a subir ou descer rampas inclinadas ou degraus altos, é melhor usar a posição “marcha à ré” para evitar que a pessoa perca o equilíbrio e caia.
Se o deficiente mental for uma criança, trate-o como criança. Se for adolescente ou adulto, trate-o como tal. Trate-os de forma natural.
As pessoas com paralisia cerebral, na maioria das vezes, têm limitações apenas físicas. Em geral, falam de modo diferente e têm o andar inseguro.